SINDIFERRO denuncia péssimas condições nas ferrovias baiana e sergipana

Um maquinista morreu depois que a locomotiva que conduzia descarrilou, tombou e explodiu, no trecho entre os municípios de Licínio de Almeida e Urandi, na Bahia

Por: Redação CNTTL com Sindiferro
Publicação: 17/12/2018
Imagem de SINDIFERRO denuncia péssimas condições nas ferrovias baiana e sergipana

Dirigentes cobram mais investimentos da (Ferrovia Centro-Atlântica - FCA - VLI Logística - foto: Sindicato


Nos últimos anos, o Sindicato dos Trabalhadores Ferroviários e Metroviários da Bahia e Sergipe (SINDIFERRO) tem denunciado à empresa  FCA/VLI/VALE (Ferrovia Centro-Atlântica - FCA - VLI Logística)  e órgãos federais as péssimas condições em que se encontram as ferrovias nos estados da Bahia e Sergipe.

Segundo o Sindicato, há mais de 10 anos que a ferrovia sergipana deixou de operar e durante esse tempo, inúmeros acidentes aconteceram nos trechos operados pela FCA/VLI/VALE, na Bahia, inclusive com vítima fatal.

Esse foi o caso do maquinista George Fágner, de 28 anos anos, que morreu depois que a locomotiva que conduzia descarrilou, tombou e explodiu, no trecho entre os municípios de Licínio de Almeida e Urandi, na Bahia.

Investimentos
Após as denúncias dos dirigentes do Sindicato, a FCA/VLI/VALE apresentou alguns números em investimentos na malha ferroviária baiana, sobretudo na segurança.

A FCA possui exatamente 512 funcionários, sendo 411 diretos e 101 indiretos. Os recursos aplicados na Bahia em 2016 foram de R$ 86 milhões, saltando para R$ 113 milhões em 2017.

Segundo documento interno entregue pela empresa ao SINDIFERRO, foram feitos investimentos nos últimos dois anos na manutenção de via permanente:

– aplicação de dormentes com placa de apoio;

– Refuração de 14 mil placas de apoio TR37/TR32 em Santa Luz;

– Teste de dormentes modernos para alteração da matriz.

O Sindicato explica que a resolução 4.131 foi alterada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) manteve a devolução, somente nos trechos economicamente inviáveis.

“Na situação atual somente o trecho Mapele-Paripe foi devolvido na Bahia e o processo indenizatório a ser pago com obras pela FCA está em curso com a ANTT”, explica o Sindicato em nota.

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