Oito homens têm a mesma riqueza que 3,6 bilhões de pessoas no mundo

Relatório da ONG Oxfam aponta que entre 1988 a 2011 a renda dos 10% mais pobres aumentou na média só US$ 3 por ano, enquanto a do 1% mais rico cresceu 182 vezes

Por: Redação CNTTL com agências
Publicação: 17/01/2017
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Foto: divulgação

Apenas oito homens concentram o patrimônio de 3,6 milhões de pessoas no mundo, ou seja, a metade mais pobre da população da Terra, segundo  relatório da ONG Oxfam.

Segundo o levantamento, entre 1988 e 2011, a renda dos 10% mais pobres da população mundial aumentou na média só US$ 3 por ano, enquanto a do 1% mais rico cresceu 182 vezes mais, a um ritmo de US$ 11.800 por ano. 

Os oito primeiros colocados na lista da Forbes são o criador da Microsoft, Bill Gates (75 bilhões de dólares), Amancio Ortega (67 bilhões), da grife espanhola Zara; Warren Buffet (60,8 bilhões), da Berkshire Hathaway, Carlos Slim (50 bilhões), das telecomunicações e Jeff Bezos (45,2 bilhões), da Amazon. Figuram ainda o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg (44, 6 bilhões), Larry Ellison (43,6 bilhões), da Oracle, e, por fim, Michael Bloomberg (Bloomberg LP), com 40 bilhões.

Tal riqueza é, na maioria dos casos, hereditária. Nas próximas duas décadas, 500 indivíduos passarão mais de 2,1 trilhões de dólares para seus herdeiros, uma soma maior do que o PIB de um país como a Índia, que tem 1,2 bilhão de habitantes.

Inclusão e desmonte

O relatório mostra uma realidade que o Brasil enfrentou com sucesso durante os governos Lula e Dilma, fato reconhecido pela ONU ao longo dos últimos anos. "Durante o governo Lula, o crescimento da renda dos mais pobres foi 3 vezes maior do que a dos mais ricos", lembrou o perfil no Facebook do ex-presidente, na segunda-feira (16). 

Em suas redes sociais, Lula credita o sucesso "a iniciativas como a valorização do salário mínimo, aos programas sociais como o Bolsa Família e à democratização do acesso ao crédito, a moradia, à saúde e à educação".

A política de inclusão social e econômica no Brasil, agora sendo desmontada pelo governo Temer, retirou mais de 36 milhões de brasileiros da extrema pobreza, diferente dos dados divulgados pelo relatório. Na contramão do país, os golpistas alinharam-se aos defensores mundiais da política de concentração de renda e exclusão social. 

 


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