Coletivo define Encontro Estadual de Mulheres e 8 de março

A reunião foi promovida pela Secretaria Estadual da Mulher Trabalhadora da CUT/SP


Publicação: 30/01/2015
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Reunião do Coletivo - foto: Flaviana Serafim

Dirigentes do Coletivo Estadual da Mulher Trabalhadora da CUT São Paulo realizaram a primeira reunião do ano em 2015, em encontro na manhã desta quinta (29), no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. A realização dos encontros Estadual e Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT foi o principal ponto da pauta, além da organização do Dia Internacional das Mulheres e o calendário de atividades previstas para o ano.

A proposta para Encontro Estadual da Mulher Trabalhadora é realizar o evento "com metodologia que permita contemplar os debates em um ou dois dias, previstos para 8 e 9 de março, com participação também no ato unificado do Dia Internacional das Mulheres", explica Sonia Auxiliadora, secretária da Pasta na CUT/SP, destacando que a condição para ser delegada no encontro nacional é a presença no encontro estadual - a delegação paulista será composta por 144 dirigentes eleitas pelos sindicatos ou ramos.

Foi definida, ainda, a comissão organizadora do encontro estadual, com a participação das seguintes dirigentes: Andréa Ferreira de Sousa (FEM-CUT/SP), Benedita Lyra Bruni (FETSS), Celia Alves dos Passos (Químicos de SP), Elizabeth da Silva (Químicos de SP) Fernanda Magano (Fenapsi), Inez Galardinovic (Bancários do ABC), Magali Marcondes (Sindiquinze), Nelci Fidelis (Sindviários), além das secretárias da CUT/SP, Adriana Magalhães (Comunicação), Sônia Auxiliadora (Mulher Trabalhadora) e Telma Victor (Formação).

Encontro Nacional e calendário 2015 - O 8º Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT será de 27 a 29 de março, em Brasília (DF), em local a ser divulgado pela Central. Segundo a secretária nacional da Pasta, Rosane Silva, o objetivo é levar a pauta das mulheres à presidenta Dilma Rousseff, cobrando medidas que reduzam a desigualdade e as dificuldades no mercado de trabalho.

"Apesar dos avanços nas políticas públicas para mulheres, como o enfrentamento à violência doméstica, no mundo do trabalho nada mudou na última década. Aumentou o acesso das mulheres ao ensino superior, mas continuamos recebendo salário até 70% menor que os homens, mesmo com melhor qualificação e para a mesma tarefa", pontua a sindicalista.

Encontro Nacional

Segundo Rosane, o encontro nacional também terá nos eixos de debate a democratização às mulheres em todos as áreas, como o acesso às políticas públicas no campo e na cidade; a reforma do sistema político e ampliação dos espaços à participação feminina; democratização da mídia, que se utiliza massiçamente da exposição do corpo feminino para venda de produtos e serviços e reforça o machismo na sociedade.

8 de março

Para o Dia Internacional das Mulheres, em 8 de março, foram discutidas as bandeiras de lutas, as pautas da edição especial do Jornal da CUT/SP, a agenda de ações e a comunicação visual das cutistas. As dirigentes também foram convidadas a se engajar na organização geral do evento, em debate com a participação de diversas organizações que se encontrarão semanalmente, sempre às quintas-feiras, às 18h, até o dia 05/03, na Casa do Professor da Apeoesp (Rua Bento Freitas nº 71 - Estação República-Linha 3 Vermelha).

E no calendário de 2015, uma das atividades do Mês da Mulher, promovida pelo Sindsep-SP,  é o seminário "Políticas de Gênero - Relações de gênero na sociedade, violência contra a mulher e a luta pela igualdade de oportunidades, que se realizará em 17 de março, das 9h às 18h, no Centro de Formação 18 de Agosto, à Rua Barão de Itapetininga nº 163, 2º andar, na República, região central paulistana.

Em agosto, nos dias 11 e 12, será a Marcha das Margaridas, visando mobilizar 100 mil mulheres de todo o país até Brasília, além do Congresso Nacional da CUT, de 13 a 16 de outubro, e a Marcha das Mulheres Negras, em novembro.

A primeira reunião do Coletivo Estadual da Mulher Trabalhadora da CUT/SP contou com a presença de cerca de 30 dirigentes representando os ramos financeiro, educação, metalúrgico, rural, serviço público, químico, saúde e seguridade social, serviço público e transporte. 

Da CUT/SP


Redação CNTTL

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