Ao microfone, Hélio Ferreira, secretário Geral da CNTTL e presidente do Sindicato dos Rodoviários da Bahia.
Terminou na quarta-feira (27), em Salvador (BA), o Encontro dos Dirigentes da Federação dos Trabalhadores em Transportes do Nordeste (FENSTTT), realizado em parceria com a CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística).
O evento, iniciado na terça-feira (26), contou com a participação de Wagner Menezes, diretor da CNTTL e de Transporte e Logística da CUT, além dos diretores da Confederação Michel Costa, Hélio Ferreira (presidente do Sindicato dos Rodoviários da Bahia) e José de Souza, que também é presidente da Federação Nordeste. O assessor político da CNTTL e dos Rodoviários do Rio Grande do Norte, Carlos Silvestre, participou da atividade.
Durante o encontro, os dirigentes debateram o fortalecimento das lutas dos trabalhadores do transporte, manifestaram apoio ao fim da jornada 6x1, reforçaram a importância de os sindicatos filiados convidarem as sindicalistas mulheres para o 3º Encontro Nacional das Mulheres — que será realizado em Brasília, nos dias 16 e 17 de abril — e discutiram as tratativas da fusão entre a CNTTL, vinculada à CUT, e a CNTTT (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres), ligada à Força Sindical. A união das organizações criará a maior entidade sindical de trabalhadores e trabalhadoras do ramo de transportes da América Latina.
Paulinho do Transporte, presidente da CNTTL e do Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba, ressaltou a importância da unidade das entidades sindicais na defesa da classe trabalhadora.
Paulinho também comentou a decisão do STF que tornou réus o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete envolvidos pela tentativa de golpe de Estado. A Primeira Turma da Corte aceitou por unanimidade a denúncia da PGR por crimes contra a democracia. “Esperamos que a Justiça seja feita”, afirmou Paulinho.
O dirigente também defendeu as pautas prioritárias dos caminhoneiros e cobrou diálogo do presidente Lula com as lideranças da categoria. Ele destacou vídeo divulgado pelo diretor da Confederação, Carlos Alberto Litti Dahmer, que alerta para o silêncio do governo: já se passaram 30 dias sem retorno do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macedo, sobre as demandas apresentadas no Encontro Nacional dos Caminhoneiros, realizado em 8 de fevereiro.
A categoria reivindica três pontos centrais:
Regulamentação do Piso Mínimo do Frete;
Jornada de trabalho com 8 horas de descanso e 3 horas de compensação a cada período de 24 horas;
Aposentadoria especial após 25 anos de contribuição.
Uma nova assembleia dos
caminhoneiros será realizada em 26 de abril, em Santos (SP), e
poderá aprovar uma paralisação nacional, caso o governo Lula não
atenda às reivindicações da categoria.
Secretário Nacional de Comunicação da CNTTL: José Carlos da Fonseca - Gibran
Redação CNTTL
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