“Não podemos ser pautados por esse governo que está aí”, alerta Marrom

O sindicalista disse que a Confederação tem que ser a protagonista e deve cobrar um posicionamento e uma ação contundente de todos os parlamentares contra essas medidas inconstitucionais do governo Bolsonaro.

Por: Viviane Barbosa, da Redação da CNTTL
Publicação: 20/03/2020
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Secretário de Organização da CNTTL e de Relações do Trabalho, Wagner Menezes- Marrom - foto: Marcelo Lima-DF

A proposta do Governo Bolsonaro que propõe, neste momento grave da pandemia de coronavírus no Brasil, reduzir salários e a jornada de trabalho só irá agravar ainda mais a crise econômica e social que já existe no Brasil.

Essa é a opinião da CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística), que reforça que  essa decisão demonstra o total descaso de Bolsonaro com os setores mais fragilizados da população e que irão sentir mais fortemente o impacto negativo dessa crise sanitária. 

“Não podemos deixar o governo Bolsonaro nos pautar. Ele foi irresponsável e fez pouco caso com o coronavírus.  É fundamental nesse momento que os nossos parlamentares reajam a esse ataque a nossa sofrida e explorada classe trabalhadora brasileira”, disse o Secretário de Organização da CNTTL e de Relações do Trabalho, Wagner Menezes, o companheiro Marrom ao Portal da CNTTL.

O sindicalista disse que a Confederação tem que ser a protagonista e deve cobrar um posicionamento e uma ação contundente de todos os parlamentares contra essas medidas inconstitucionais do Governo Bolsonaro.

“Nossa Confederação é o pilar do movimento de paralisação no Brasil. Somos a ponta da lança quando o assunto é greve. Temos que ser os primeiros a cobrar. Como pode esse governo querer reduzir salário, que não resolverá o problema, sem dialogar com os parlamentares e os representantes dos trabalhadores”, critica.

Unidade: Trabalhadores e Empresários 

Para Marrom, o momento agora é de unidade entre os trabalhadores e os empregadores, caso contrário não chegará ao final essa crise. “Os  empresários do setor de transportes no Brasil são os mesmos há mais de 30 anos,  sempre ganharam muito  explorando a mão de obra dos trabalhadores. Esse setor patronal tem que dar a sua contribuição. Ou os empresários ajudam o nosso país agora, e vamos construir juntos, ou quando essa crise acabar nos temos que dar o troco”, finaliza.

Centrais sindicais

A CUT, a CTB, a CGTB e as demais centrais sindicais brasileiras já cobraram do governo que cumpra com o seu dever de proteger os trabalhadores(as), assegurando os empregos e a renda. Uma pauta com diversas medidas para combater o coronavírus e preservar as economias locais e os empregos.

Para CNTTL é emergencial a revogação imediata da Emenda Constitucional 95/2016, que retirou verba do Sistema Único de Saúde (SUS), congelando investimentos até 2036. Tal medida é fundamental para fortalecer o SUS.

Outras medidas emergenciais são: construção leitos de UTI e disponibilização de verbas para saúde pública de estados e municípios, contratação de médicos e agentes de saúde, distribuição ampla de material de higiene, em caso de quarentena, garantir o sustento dos desempregados, subempregados, trabalhadores precarizados e pequenos comerciantes.

Paulinho, presidente da CNTTL, reitera que a CNTTL, com responsabilidade e seriedade, fará tudo o que for possível e necessário para proteger os trabalhadores e trabalhadoras em transportes diante de mais essa crise que assola o Brasil.


Redação CNTTL

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