Não à privatização: Trabalhadores intensificam mobilização contra PLS 555

Objetivo é fazer com que substitutivo elaborado com a participação de centrais sindicais e setores diversos seja o escolhido para ser votado

Por: Com RBA
Publicação: 22/02/2016
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divulgação

Parlamentares, centrais sindicais e representantes do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas preparam-se para intensificar, a partir desta segunda-feira (22), as mobilizações contra o Projeto de Lei do Senado (PLS) 555, que abre brechas para a privatização das estatais. A CNTTL/CUT diz não a esse projeto, pois é contra a privatização de portos, ferrovias e aeroportos brasileiros.

O objetivo é concluir as reuniões e visitas a senadores e bancadas partidárias sobre a importância de, em vez de ser aprovado o relatório que estava previsto anteriormente, o plenário da Casa decidir pela votação de um texto substitutivo, assinado pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e entregue à mesa diretora na última semana.

A votação da matéria, depois de acordos firmados sobre sua retirada de pauta, caminha para ser realizada no dia 1º de março, embora possa acontecer antes desta data.

Na prática, o substitutivo, que foi assinado por Requião, foi elaborado por representantes dos trabalhadores, acolhendo sugestões do Comitê, do Executivo, de representantes das centrais sindicais, do setor de estatais como um todo e gabinetes de outros quatro parlamentares que são contrários aos projetos. Dentre os quais, além de Requião, Gleisi Hoffmann (PT-PR), Humberto Costa (PT-PE), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Walter Pinheiro (PT-BA).

Substitutivos

A briga pelos responsáveis por essa mobilização, agora, é para que o plenário do Senado aprecie, em vez do substitutivo ao PLS 555 de autoria de Jereissati, o substitutivo protocolado na mesa, sobre o mesmo projeto, pelo senador Requião.

O texto de Requião praticamente retirou da proposta itens considerados danosos e pouco claros para os trabalhadores das estatais e mantém trechos apresentados com o argumento de tornar mais transparentes e rígidas as regras de gestão e administração destas empresas públicas – mas sem permitir a abertura de capital delas, conforme estabelece o primeiro substitutivo.

O Comitê de Defesa das Empresas Públicas acentuou que mais informações sobre o movimento podem ser encontrados na página facebook:/diganaoaopls555


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