3 de fevereiro: Greve nacional dos aeronautas e aeroviários deve atingir 300 voos

Segundo a FENTAC, Greve acontecerá das 6h às 8h da manhã. Categorias reivindicam 11% de reajuste salarial nos salários e benefícios

Por: Viviane Barbosa, da Redação CNTTL
Publicação: 01/02/2016
Imagem de 3 de fevereiro: Greve nacional dos aeronautas e aeroviários deve atingir 300 voos

Castanho e Spader do SNA - Coletiva online dos Aeronautas

A paralisação nacional dos Aeronautas e Aeroviários da base da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil da CUT (FENTAC) deve atingir das 6h às 8h da manhã de quarta-feira, 3 de fevereiro, 300 voos nos 12 aeroportos do Brasil – aproximadamente 10% da malha aérea nacional. Nesse horário estão previstos cerca de 3060 voos.  O movimento acontecerá nos aeroportos de Guarulhos, Santos Dumont, Galeão, Viracopos, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza.

A informação foi confirmada pelo presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), o comandante Adriano Castanho e pelo diretor do Sindicato, Rodrigo Spader, em coletiva online à imprensa, organizada pelo Sindicato nesta segunda-feira, 1º de fevereiro.

Os dirigentes também informaram que os voos previstos para essas duas horas de paralisação não serão adiados até o final do movimento. “O impacto para a sociedade será no atraso desses voos, tomamos todas as medidas para impactar no mínimo 10% na malha nacional. A greve é a ferramenta que temos para  reivindicar a reposição das perdas da inflação nos nossos salários”, disse Castanho.

Trabalhadores não pagarão a conta

O câmbio é considerado um vilão pelas empresas. No entanto, a indústria da aviação foi um dos setores mais beneficiados pela manutenção da valorização do real nos últimos anos, decorrente do gasto de recursos públicos pelo Banco Central. Um estudo divulgado pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) revela que as empresas tiveram uma redução nos custos de 28%.

As empresas de aviação, desde 2014, se beneficiam da redução mundial do preço do barril de petróleo, que impacta diretamente os custos com QAV (combustível). No entanto, a partir da desvalorização cambial do real, as empresas decidiram penalizar os trabalhadores com demissões e redução salarial.

Para o presidente da FENTAC, Sergio Dias, diante dos avanços comprovados no setor, os trabalhadores não devem ser penalizados por conta da gestão financeira das empresas. “Não aceitaremos perdas salariais e tampouco demissões”, finaliza.


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