29 de maio: Rodoviários de Brasília confirmam participação no Dia de Luta

Categoria ameaça greve geral caso os patrões não avancem na Campanha Salarial


Publicação: 28/05/2015
Imagem de 29 de maio: Rodoviários de Brasília confirmam participação no Dia de Luta

Foto: CUT/DF

Nesta sexta-feira (29), os rodoviários de Brasília vão aderir ao Dia Nacional de Luta da CUT contra a terceirização irrestrita, as MPs 664 e 665, a retirada de direitos e em defesa da democracia. A mobilização também é organizada pelas Centrais Sindicais CTB, Intersindical, Conlutas, Nova Central, UGT e CSB.

“Nós, rodoviários, estamos ao lado da CNTTL e da CUT para defender a classe trabalhadora”,  destaca a direção do Sindicato.

Os trabalhadores também repudiarão o corte de 20% dos contratos com as empresas que prestam serviço aos órgãos públicos locais, que já estão demitindo em massa os trabalhadores terceirizados.

Campanha Salarial

Os trabalhadores também vão protestar contra a intransigência das empresas em negociar as reivindicações da categoria na Campanha Salarial. Em vídeo gravado pela CUT Brasília, dirigentes apontam problemas de atrasos de pagamentos de salários e benefícios.

“ As cooperativas atrasam pagamentos, tíquete, FGTS, férias. Não vamos aceitar mais essa situação que o trabalhador tem que praticamente mendigar os seus direitos” ,destaca o presidente do Sindicato dos Rodoviários do DF (Sittrater), Jorge Farias.  

Por conta do descaso patronal, a categoria realizou protesto durante 4 horas na quarta-feira (27). De acordo com o Sittrater, não circularam, das 11h às 15h, os ônibus das empresas Piracibana, Urbi, Marechal, Pioneira e São José, que incluem cerca de 12 mil funcionários.

Reivindicações

Entre as principais reivindicações está o reajuste salarial de 20%, 30% nos vales alimentação e refeição, pagamento de plano de saúde durante seis meses para o trabalhador que for para o INSS e plano de saúde familiar.

Assembleia

No domingo (31),  o Sindicato realizará assembleia com a categoria para definir os rumos da Campanha Salarial. “Se não houver nenhuma proposta dos patrões, vamos decretar greve geral após 72 horas”, alerta o presidente do Sindicato.

Redação CNTTL com CUT/DF 


Redação CNTTL

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