O presidente da CNTTL, Paulo João Estausia, o Paulinho do Transporte, e os diretores da entidade, Carlos Alberto Litti Dahmer, Adalberto de Souza Carvalho, o Dadá, e Vantuir José Rodrigues participaram, na terça-feira (27), da 4ª reunião do Fórum Permanente do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), realizada pelo Ministério dos Transportes, em Brasília. O encontro reuniu representantes do governo federal, embarcadores, transportadoras e trabalhadores do setor.
Na pauta, foram debatidas as demandas dos caminhoneiros,
entre elas, as condições de trabalho nas estradas. Sobre a
fiscalização do Piso Mínimo de Frete, a ANTT (Agência Nacional de
Transporte Terrestre) informou que houve um aumento significativo
no número de multas, em torno de 25 mil, geradas pelo
descumprimento da lei.

“Nosso interesse é que ninguém seja multado. Para reforçar o cumprimento, propusemos duas ações: o travamento dos documentos para quem tentar pagar abaixo do Piso Mínimo e a aplicação das resoluções da ANTT, que determinam que quem infringir reiteradas vezes a lei, não pagando o Piso Mínimo de Frete, terá seu registro cancelado”, explica Litti Dahmer diretor da CNTTL.
Renovação de Frota
O programa do governo federal sobre a renovação de frota (Medida
Provisória nº 1.328), que está em vigor no país, também foi
apresentado por representantes do Ministério do Desenvolvimento,
Indústria, Comércio e Serviços.
Litti explica que os recursos do programa não chegarão a quem mais precisa: os caminhoneiros autônomos. O principal entrave são os juros de 13%, considerados altos e incompatíveis com a realidade da categoria.
“Propusemos, nesta reunião, que sejam implementadas novas iniciativas, como, por exemplo, incluir o caminhoneiro autônomo -- somente ele -- no Plano Safra, com juros diferenciados, que atendam quem realmente trabalha com a produção do agronegócio, tanto para o veículo quanto para a renovação da carreta”, explica o diretor da CNTTL.
Situação alarmante na fronteira
Na reunião, também foi discutida a questão do fluxo do transporte na Ponte da Amizade, que liga o Brasil ao Paraguai, conectando a cidade de Foz do Iguaçu (Paraná) a Ciudad del Este.
“Ouvimos relatos preocupantes sobre a situação dos caminhoneiros paraguaios, brasileiros e argentinos que utilizam a ponte para o transporte. O impedimento de trânsito durante o dia tem gerado filas, transtornos e condições precárias de trabalho”, frisa Litti Dahmer.
No final da reunião, as entidades sindicais dos caminhoneiros do Paraná pediram apoio dos Ministérios dos Transportes e das Relações Exteriores para auxiliar os caminhoneiros que estão na fronteira.
Secretário Nacional de Comunicação da CNTTL: José Carlos da Fonseca - Gibran
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