Conheça coletivos e cooperativas de entregadores no Brasil

No Brasil, há coletivos de entregadores e alguns deles já estão se preparando para transformaram-se em cooperativas de plataformas, como é o caso da FENAMOTO (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Motociclistas profissionais e autônomos), filiada à CNTTL.

Por: Viviane Barbosa, da Redação da CNTTL
Publicação: 27/07/2020
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Foto: Shutterstock

As greves dos entregadores colocaram no debate público as possibilidades de os trabalhadores montarem suas próprias plataformas, algo que já vem acontecendo em outros países. No Brasil, há coletivos de entregadores e alguns deles já estão se preparando para transformaram-se em cooperativas de plataformas, como é o caso da FENAMOTO (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Motociclistas profissionais e autônomos), filiada à CNTTL.
 

Confira algumas iniciativas divulgadas pela Digilabour -- newsletter sobre mundo do trabalho e tecnologia produzida por Rafael Grohmann, professor do Mestrado e Doutorado em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS):

Despatronados: iniciativa dos Entregadores Antifascistas do Rio de Janeiro que pretende em breve tornar-se uma cooperativa de plataforma. Já funciona como uma alternativa de trabalho e delivery mais justa. Eduarda Alberto afirma que a pretensão é construir uma cooperativa organizando-se de baixo para cima e que as demandas estão muito altas. Eles estão ampliando a equipe de entregadores e definindo as taxas de deslocamento

Señoritas Courier: coletivo de bike entrega por mulheres e LGBTs em São Paulo com cerca de 40 pessoas. UOL publicou matéria sobre a iniciativa. Aline Os, do Señoritas, afirma que sua bandeira é melhorar as condições de trabalho dos entregadores;

Pedal Express: coletivo de ciclistas de Porto Alegre. Organizado horizontalmente, há atualmente nove pessoas que, ao mesmo tempo, fazem entregas e cuidam da gestão do coletivo. Seu objetivo é construir alternativas mais sustentáveis e ecológicas;

Buscar Expresscooperativa de motoqueiros que existe desde 1999 em Porto Alegre. Criada com objetivos de atender clientes insatisfeitos com as empresas tradicionais e gerar melhores condições de trabalho aos entregadores, a Buscar Express tem mais de 400 associados em atividade;

Ciclo Courier: empresa com gestão horizontal que oferece serviços de entrega de bicicleta desde 2012 no Rio de Janeiro. Segundo a iniciativa, todos os trabalhadores em direito à voz e ao voto, participando de vários processos decisórios. Consideram-se também uma empresa sustentável;

Feme Express: coletivo de motogirls entregadoras na Grande São Paulo;

Pedivento: coletivo de entrega da Grande Florianópolis intitulado “ciclo movimento” e que busca promover o ciclismo como alternativa sustentável à mobilidade urbana

Esperamos que experiências autogestionárias fortaleçam-se neste contexto de trabalho em plataformas.


Redação CNTTL

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