Rio Grande do Norte: Portuários no Porto-Ilha iniciam greve de 48 horas

O Sindicato informa que irá solicitar uma reunião com a empresa e, se não houver avanço, uma paralisação maior poderá ser deflagrada.

Por: Viviane Barbosa, da Redação da CNTTL
Publicação: 19/12/2019
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Portuários do RN em greve - foto: Sindicato

Cerca de 80 portuários no Terminal Salineiro de Areia Branca, mais conhecido como Porto-Ilha no Rio Grande do Norte, iniciaram uma paralisação de 48 horas, que começou nesta quinta-feira (19) e termina amanhã sexta-feira.

A categoria protesta contra as medidas intransigentes propostas pela Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) que reduzem direitos e precarizam as relações de trabalho.

Em boletim divulgado à base sobre as razões da paralisação, os portuários destacam como retrocessos da empresas o aumento no plano de saúde de 1% para 7% do salário base; a alteração no normativo do banco de horas; determinações abusivas do gerente do Porto de Natal; além da precarização do trabalho da guarda portuária e a terceirização, considerada ilegal. Os portuários também protestam contra ameaça de privatização do Porto Ilha.

O presidente do Sindicato dos Portuários de RN, Pablo Vinícius Cordeiro de Sampaio Barros, conversou com o Portal da CNTTL e disse que a CODERN não tem mostrado interesse em negociar. 

“Protocolamos nossa pauta e não houve resposta e nem nos convocou para abertura de diálogo. A empresa tentou uma liminar para suspender a greve e a Justiça negou. Não aceitaremos retrocessos em nossos direitos e lutaremos contra a privatização, que se vier a acontecer, acarretará uma provável demissão em massa”, relata.
 

Greve continua nesta sexta-feira (20)

A paralisação dos portuários terminará às 23h59 desta sexta-feira (20) e conta com a adesão dos operadores de guindastes, operadores de máquina, trabalhadores portuários, pintores, mecânicos de manutenção industrial, mecânicos diesel e eletricistas.

O Sindicato informa que após as 48 horas da paralisação irá solicitar uma reunião com a empresa e, se não houver avanço, uma paralisação maior poderá ser deflagrada. 

Até o momento, a CODERN não havia convocado o Sindicato para uma nova negociação.

O Porto Ilha é o único especializado em embarque de sal no País. A previsão esse ano é que seja embarcado mais de 2.5 milhões de toneladas de sal.




Redação CNTTL

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