FITF realiza Plenária e debate papel do movimento sindical e plano de ação contra retirada dos direitos dos trabalhadores

O evento reuniu ferroviários de diversas regiões do país

Por: Redação CNTTL com Sindiferro
Publicação: 20/12/2018
Imagem de FITF  realiza Plenária e debate papel do movimento sindical e plano de ação contra retirada dos direitos dos trabalhadores

Foto: Sindiferro

Para repensar o papel do movimento sindical na sociedade e o relacionamento com a classe trabalhadora, a Federação Interestadual dos Trabalhadores Ferroviários da CUT (FITF/CNTTL) realizou sua Plenária Estatuária na última sexta-feira (14), no Centro de Treinamento de Líderes (CTL), em Salvador, na Bahia.

Neste ano, a Plenária homenageou Luiz Inácio Lula da Silva e contou com a presença de representantes dos Sindicatos Ferroviários da Bahia e Sergipe, Tubarão-SC, Central do Brasil-RJ, Conselheiro Lafaiete-MG, Piauí, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Paraíba, Maranhão e Alagoas.

O presidente da FITF, Jerônimo Miranda Netto, abriu o evento dando boas-vindas aos participantes e em seguida o diretor Manoel Cunha fez uma apresentação sobre a  Prestação de Contas de janeiro a novembro de 2018, que foi aprovada por unanimidade pelos Sindicato. Os dirigentes sindicais também deram consentimento legal a Previsão Orçamentária para 2019, bem como outras demandas de interesse da categoria.

Desafios

A Plenária teve debates sobre  o cenário político, econômico, os desafios da FITF em defesa da classe trabalhadora e a necessidade de renovação do movimento sindical. “A Federação sofreu esse ano, no quesito arrecadação, com o fim do imposto sindical. A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) corre o sério risco de ser privatizada, assim como a VALEC. A nossa missão de agora em diante é deixar de ser um pouco sindicalista e passar a ser um militante político”, destacou Jerônimo.

O coordenador do SINDIFERRO, Paulino Moura, lembrou que o presidente eleito da extrema direita, Jair Bolsonaro, se organizou bem antes do pleito,  por meio de igrejas  e nas redes sociais, e que mais do que nunca as entidades sindicais têm que se organizar o enfrentamento.

José Cleófas, presidente do Sindicato dos Ferroviários da Paraíba, lamentou o resultado da eleição presidencial, sobretudo na cidade em que nasceu, Campina Grande, e disse acreditar que o novo governo fará de tudo para fragilizar o movimento sindical.

O diretor do Sindicato dos Ferroviários do Rio Grande do Norte, José Amaral, reconheceu o momento adverso, mas mantém a confiança em dias melhores “Temos que juntar forças e ir para o enfrentamento”, pontuou.

Comissões

Para fortalecer a luta, foi tirado como encaminhamento  a criação de comissões para organizar um plano de ação dos trabalhadores contra os retrocessos.

 

 

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