Dirigentes da FITF - foto: Cíntia Teixeira dos Santos
A Federação Interestadual dos Trabalhadores Ferroviários da CUT
(FITF/CNTTL/CUT) realizou na última sexta-feira (15) uma Plenária
Estatutária da categoria, que aconteceu na cidade de Tubarão, em
Santa Catarina. O assessor da CNTTL, Lúcio Lima, participou
das discussões, que reuniu ferroviários de várias localidades do
país.
O evento discutiu estratégias de enfrentamento contra os
perversos ataques aos direitos da classe trabalhadora propostos
pelo governo Temer e destacou a difícil
conjuntura política e econômica pela qual passa o
Brasil.
“Todos os dias nos surpreendemos com novos ataques. Tanto o governo
e os grandes empresários estão paulatinamente destruindo nossos
direitos”, observou Jerônimo Miranda Netto, presidente da
FITF.
Lúcio Lima, assessor da CNTTL, reforçou que as medidas
do pacote de maldades de Temer não têm data para
acabar.
“São tempos difíceis para os trabalhadores. Governantes eleitos
legitimamente não terminam o mandato; trabalhadores são presos sem
motivo; medidas contra os trabalhadores cada vez mais duras,
severas. Que permaneçamos mobilizados. Ainda virá muito ataque
contra os trabalhadores. Portanto, temos que ganhar espaço, marcar
território com ações pontuais”, frisou.
Os ferroviários também abordaram a importância da sustentação financeira da estrutura sindical. “Sempre fomos contra o imposto sindical, que com a nova Lei Trabalhista deixa de ser obrigatório. Agora deveremos executar alguns planos para manter nossa estrutura”, informa Jerônimo.
Mobilização permanente
A necessidade de organização e de presença constante nas bases foi
outro tema abordado pelos dirigentes ferroviários. Todos foram
unânimes ao enfatizarem que um dos caminhos para que ocorra um
“despertar” dos trabalhadores é mostrar que as suas conquistas
trabalhistas estão sendo aniquiladas pelas privatizações e
retirada de direitos, com as Leis da Terceirização, da Reforma
Trabalhista e o próximo ataque é o fim da aposentadoria, caso a
Reforma da Previdência de Temer seja aprovada no
Congresso.
"Desde que o golpe foi instalado no país há dois anos uma onda de
conservadorismo e de movimentos facistas se alastrou no Brasil e
agora estão mais fortes, por isso, é importante a unidade dos
ferroviários e toda classe trabalhadora para combatê-los. Que
todos os participantes desta Plenária retornem aos seus sindicatos
e discutam com as suas bases sobre esse projeto dos
fascistas e as formas para combatê-lo. Não temos outra saída.
Trabalhadores, uni-vos”, conclui o presidente da FITF.
Secretário Nacional de Comunicação da CNTTL: José Carlos da Fonseca - Gibran
Redação CNTTL
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