Francisco Lemos - Presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários - Foto: Sindicato
O Sindicato Nacional dos Aeroportuários (que representa os funcionários na Infraero e nas concessionárias privadas) foi surpreendido com duas ações na Justiça, que tentaram impedir a participação da entidade na Greve Geral, realizada no dia 28 de abril, convocada pela CUT e as centrais sindicais contra as reformas trabalhista, previdenciária e a Lei da Terceirização Irrestrita, do governo Temer.
Em vídeo, o presidente do Sindicato, Francisco Lemos, comenta que uma das ações foi movida pela Infraero no Tribunal Superior do Trabalho e a outra, pela GRU Airport, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, na Justiça de São Paulo.
“O pedido da GRU foi negado, mas o da Infraero resultou em uma decisão liminar no sentido de impedir o Sina de participar da Greve Geral”, explica.
Lemos explica que parte da categoria aeroportuária aderiu à Greve Geral porque as reformas de Temer representam graves retrocessos nos direitos da classe trabalhadora. “Considero a reforma trabalhista o fim do mundo e do trabalhador, porque ela condenará as gerações futuras à escravidão”, alerta Lemos.
Data-base
Segundo o Sina, as negociações da Campanha Salarial dos Aeroportuários iniciam a partir do dia 15 de maio.
Estão em Campanha, cerca de 12 mil funcionários na Infraero e aproximadamente cinco mil nas concessionárias privadas que administram hoje seis aeroportos no Brasil.
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