Memorial da democracia
No dia 3 de maio de 1933, as mulheres foram às urnas pela primeira vez na história do Brasil numa eleição nacional. O voto era para escolher deputados constituintes. Na ocasião, entre os 254 deputados constituintes, apenas uma mulher se elegeu: a médica paulista Carlota Pereira de Queirós.
As eleições constituintes tiveram uma segunda etapa no mês de julho, quando se escolheram os representantes das associações profissionais. No total, a Constituinte foi composta por 214 deputados eleitos pelo voto direto do povo e por 40 escolhidos por entidades classistas de trabalhadores e patrões.
Pioneiras
O Estado pioneiro no reconhecimento do voto feminino foi o Rio Grande do Norte. A Lei Eleitoral do Estado de 1927 determinou em seu artigo 17: “No Rio Grande do Norte, poderão votar e ser votados, sem distinção de sexos, todos os cidadãos que reunirem as condições exigidas por esta lei”. Com essa norma, mulheres das cidades de Natal, Mossoró, Açari e Apodi alistaram-se como eleitoras em 1928. Também no Rio Grande do Norte foi eleita a primeira prefeita do Brasil. Em 1929, Alzira Soriano elegeu-se na cidade de Lages.
A luta pelo voto feminino durou mais de 100 anos. As discussões parlamentares em torno do tema começaram em meados do século 19, quando surgiu a imprensa voltada para o público feminino, dando voz aos interesses das mulheres.
Hoje, no Brasil, as mulheres disputam e já se elegeram para todos os cargos eletivos. A maior conquista nesse sentido foi a eleição de Dilma Rousseff presidenta da República.
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