Mulheres da CUT se reúnem para garantir e defender a democracia

A atividade teve como objetivo debater as prioridades temáticas que deverão orientar a intervenção das trabalhadoras

Por: Da CUT
Publicação: 11/12/2015
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Coletivo de Mulheres Cutistas - Foto: Érica Aragão

Integrantes do coletivo de mulheres da CUT nacional e convidadas estiveram reunidas na terça (8) em São Paulo para a oficina de ‘Políticas Públicas para fortalecer a autonomia das mulheres trabalhadoras’. 

Organizado pela a Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT, a Fundação Friedrich Ebert e o Centro de Estudos Sociais e o Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (CESIT/Unicamp), a atividade teve como objetivo debater as prioridades temáticas que deverão orientar a intervenção das trabalhadoras da CUT no processo preparatório da IV Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, prevista para acontecer em Março do próximo ano, e atualizar as participantes sobre as ações recentes da entidade e discutir as atividades previstas para 2016.  

Balanço

Na atividade foi apresentado um “Balanço das Políticas Públicas para o Mundo do Trabalho” pela diretora executiva do DIEESE, Patricia Pelatieri. O documento é uma análise feita no período de 2003 a 2014.

 Os dados apresentados mostraram que apesar das políticas públicas implementadas nos últimos anos para aumentar a igualdade, como a Política Nacional do Salário Mínimo, que beneficia na maioria as mulheres, entre outras, a desigualdade salarial e as ocupações mais precárias ainda são realidade delas.

Também foi destacado que as mulheres, na sua maioria, ainda assumem sozinhas a responsabilidade familiar, que segundo o documento prejudica a igualdade de oportunidades das mulheres.

Os números apresentados na pesquisa mostraram que as mulheres avançaram. Com a política do Governo federal do Micro Empreendedor Individual (MEI), num período de 6 anos, por exemplo, cresceu 800% a formalização das mulheres, que garantiu proteção social para elas, e o número da População Feminina Economicamente Ativa também cresceu: 5 milhões de mulheres entraram para o mundo do trabalho.

As mulheres da CUT discutiram as demandas e os temas prioritários para levar para a 4º Conferência Nacional de Políticas para mulheres e várias propostas de ações para a CUT em 2016, como autonomia econômica para as trabalhadoras rurais, igualdade salarial, licença parental, creche, a ratificação da convenção 156 da OIT e a regulamentação e organização sindical da trabalhadora doméstica. 

Sobre a organização da atividade

A atividade faz parte do Projeto do CESIT, que tem como objetivo aprofundar temas relativos a formulação de implementação de políticas públicas para mulheres e preparar as mulheres cutistas no processo de construção das Conferências Estaduais e Nacional.


Redação CNTTL

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