Trensalão tucano não apresenta punição aos envolvidos

O caso do esquema nas licitações do Metrô de São Paulo eclodiu em 2012, mas vem desde os anos de 1998


Publicação: 02/09/2015
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O esquema de cartel nos contratos de trens e metrôs em São Paulo, conhecido como “trensalão tucano” prossegue nas investigações, mas ainda não há punição aos envolvidos. Na segunda-feira (31), a pedido do Ministério Público (MP), Justiça de São Paulo intimou um ex-executivo da Siemens. Réu na ação, ele não está no Brasil. Ao mesmo tempo, a empresa francesa Alston está negociando com o MP a devolução de R$ 1 bilhão aos cofres públicos, pelos desvios cometidos no Metrô de São Paulo.

O deputado estadual Alencar Santana (PT) acredita que falta transparência nas investigações no MP, pois há suspeitas de envolvimento de autoridades públicas.

“O MP está propondo um acordo com as empresas, mas quem são as pessoas denunciadas, quais são as autoridades públicas envolvidas? Tem muita coisa obscura”, declarou o deputado, em entrevista à “Rádio Brasil Atual”.

O caso do esquema nas licitações do Metrô de São Paulo eclodiu em 2012, mas vem desde os anos de 1998, durante o governo Mário Covas, e perdurou nos governos tucanos de Geraldo Alckmin e José Serra.

Trensalão

Descoberto em 2013, o “Trensalão” expôs o caso de corrupção e formação de cartel em contratos de expansão e manutenção de trens e metrôs de São Paulo. O esquema funcionou por pelo menos 10 anos, entre 1998 e 2008, nos governos de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra, todos do PSDB.

Foi descoberto o envolvimento de empresários e agentes públicos do Metrô e da Companhia Paulista de Transporte e Metrô (CPTM), além de pelo menos 10 grandes empresas, como a Siemens e a Alstom Brasil, com prejuízo estimado em R$ 418 milhões aos cofres estaduais, segundo o MP.
 

Com Agência PT



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