Agência Brasil
Por 267 votos contra, 210 a favor e duas abstenções, a Câmara dos Deputados rejeitou o “distritão” e impôs ao seu presidente, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) uma importante derrota. A sessão, que seguiu noite adentro, rejeitou também incluir na Constituição o financiamento empresarial de campanhas eleitorais.
No formato derrotado, os estados seriam transformados em distritos e seriam eleitos os parlamentares mais bem votados. Acabando assim com a eleição proporcional.
A celeridade do projeto foi determinada por Cunha, que ainda em campanha pela presidência da Casa afirmava que votaria até o final de maio a reforma política brasileira. Sem qualquer participação popular o projeto atropelou a comissão especial montada para analisar a PEC 352/2013, chamada de “PEC da Corrupção” e que inclui o "distritão", e foi para votação no plenário.
Da CUT
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