Mortalidade de AIDS cai 13% nos últimos 10 anos

No entanto, entre a população jovem, os índices de contaminação pelo HIV ainda continuam crescendo


Publicação: 28/01/2015
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Cartaz da campanha do MS

A mortalidade provocada pelo vírus da aids caiu 13% na última década no País. O dado foi apresentado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (28) no lançamento da campanha de prevenção às DST e aids para o carnaval de 2015. No entanto, entre a população jovem, os índices de contaminação pelo HIV ainda continuam crescendo.

Por essa razão, a campanha de prevenção do Ministério das Saúde para o carnaval deste ano é direcionada sobretudo ao público jovem e tem como slogan a expressão “# partiu teste”. A estratégia foi adotada focada na prevenção combinada, que alia a importância do uso da camisinha, com a conscientização da população sobre a necessidade do indivíduo saber se foi contaminado e, desse modo, iniciar rapidamente o tratamento.

De acordo com a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP) divulgada pelo Ministério nesta quarta-feira, 94% dos brasileiros sabem que a camisinha é melhor forma de prevenção à aids e DST. Apesar disso, 45% da população sexualmente ativa do País não usou preservativo em suas últimas relações sexuais casuais.

Para o ministro da Saúde, Arthur Chioro, é fundamental reforçar a estratégia de distribuição de preservativos no País. No entanto, o ministro enfatiza que o Governo precisa atuar em outras frentes no combate à epidemia de aids e DST, mais compatíveis com a nova realidade da sociedade brasileira, em que houve aumento do número de relações sexuais casuais.

“Nós não podemos lidar na sociedade brasileira usando a camisinha como a única arma de prevenção à aids e às DST. Nós precisamos ousar com outras estratégias. Precisamos contar com uma mudança de comportamento significativo da população de 15 a 64 anos, sobretudo entre a população mais jovem, que é o aumento significativo do número de parceiros casuais”, afirmou Chioro.

Nesse sentido, Chioro destacou que além dos investimentos focados na informação e no sexo seguro – atualmente, 120 milhões de preservativos estão disponíveis para distribuição no País – o Ministério da Saúde também está concentrando esforços em outras estratégias de prevenção, como o aumento da distribuição de testes rápidos e de medicamentos antirretrovirais. De acordo com o ministro, o tratamento contra o HIV distribuído hoje pelo SUS é uma referência internacional, por ser seguro, gratuito e eficaz.

Segundo dados do Ministério da Saúde, só em 2014 foram distribuídos 6,4 milhões de testes rápidos para o HIV, número 26% maior que os 4,7 milhões distribuídos em 2013.  Das cerca de 734 mil pessoas que vivem com HIV e aids no Brasil atualmente, 80% já foram diagnosticadas. Dessas, 400 mil realizam tratamento gratuitamente pelo SUS.

Do Portal Brasil 



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