Participe da Campanha "16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher"

A CNTT orienta que seus sindicatos e entidades filiadas abracem a ação


Publicação: 24/11/2014
Imagem de Participe da Campanha

ilustração

A Campanha 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher começou no dia  25  de novembro ( Dia Internacional de Não Violência Contra as Mulheres) e vai até o dia 10 de dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos.

O objetivo é promover o debate e denunciar a violência contra as mulheres. Em 1991, mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (Center for Women’s Global Leadership – CWGL/EUA), iniciaram a campanha. O centro, fundado pela feminista Charlotte Bunch, em 1989, atua no desenvolvimento de programas para preparar as mulheres para liderança. Atualmente mais de 10 países participam da campanha.

No Brasil, a Campanha 16 dias de ativismo é realizada desde 2003 por meio de ações de mobilização, palestras, debates, eventos e encontros. A Campanha dos 16 Dias de Ativismo recebe adesões institucionais, de empresas públicas, privadas e organizações não governamentais. A Secretaria de Política para Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) apoia e participa de diversos eventos que ocorrem no país.

Apoiadores
A CNTT/CUT apoia essa Campanha e orienta que as federações e sindicatos filiados façam ações de conscientização junto aos trabalhadores e trabalhadoras. A Campanha conta com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS).

A OMS define a violência como o uso intencional de força física ou do poder, real ou em ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa, ou contra um grupo ou uma comunidade que resulte ou tenha possibilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação (OMS, 2002).

Dados
Uma em cada três mulheres no mundo já sofreu violência física ou sexual, cerca de 120 milhões de meninas já foram submetidas a sexo forçado e 133 milhões de mulheres e meninas sofreram mutilação genital, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU).


Redação CNTT/CUT  com informações da Secretaria de Política para Mulheres



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