“Se o Brasil que a mídia fala todo o dia fosse verdade, esse país já tinha acabado”, afirma Lula

O ex-presidente reafirmou o compromisso dos governos do petistas com a diminuição da desigualdade social


Publicação: 26/09/2014
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Foto: Instituto Lula

“O Lula incomodava muita gente. Lula e Dilma incomodam muito mais”, brincou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao dizer que assim como a presidenta Dilma Rousseff, ele também foi, e ainda é, alvo de “ataques levianos” da imprensa 24 horas por dia. Para ele, as elites brasileiras “não perdoam o PT” pela ascensão da classe C e D e por ter priorizado pela primeira vez as camadas mais pobres da população. “Eles não admitem que um pobre entre num açougue e compre carne de primeira. Mas nós querermos é filé, nós queremos é picanha”, disse em comício realizado em Ceilândia (DF), na noite desta quinta-feira (25).

Ele criticou o tom usado por parte da imprensa contra a presidenta Dilma, que segundo ele trabalha como um partido de oposição, na tentativa de desqualificar os avanços do atual governo. “Se o Brasil que eles escrevem todo dia fosse verdade, esse país já tinha acabado”.

Na ausência da candidata à reeleição, que não pode comparecer por problemas na voz, o ex-presidente defendeu sua escolha por Dilma Rousseff, quando a apoiou e lançou a candidatura da então ministra, em 2010, que viria a se tornar presidenta da República.

Ao conclamar a militância de quase 20 mil presentes, Lula disse que tomou sua decisão baseada na competência, e não na amizade. “Quando eu escolhi a Dilma, não estava escolhendo apenas uma amiga. A gente não escolhe por amizade, a gente escolhe por competência. E a Dilma era a mais competente”, afirmou ao explicar o porquê de ter preferido apoiar Dilma e não Marina Silva (PSB), que também era ministra de seu governo.

Choque de gestão

 O ex-presidente criticou o carro-chefe do candidato do PSDB, Aécio Neves, que defende um “choque de gestão” para o país, assim como diz ter feito em Minas Gerais. “Ninguém aqui gosta de choque”, brincou Lula.

“Vocês têm que saber o que isso significa. Significa arrocho salarial, diminuir os benefícios dos trabalhadores e mandar funcionário público embora. É isso que significa cortar despesa. Eu e vocês já sabemos de que lado a corda vai arrebentar, é do lado do povo trabalhador”, declarou.

Educação e igualdade social

Lula lembrou os avanços que o Brasil conquistou nos últimos anos na área da educação, em especial, para democratizar o acesso ao ensino superior. “Não existe nada que garanta mais cidadania para um jovem que permitir que ele estude e faça uma faculdade”, declarou.

Para ele, as políticas de cotas foram as principais responsáveis por garantir o acesso de jovens até então marginalizados e excluídos do processo educacional de qualidade do país. “Nesse país, até outro dia, a gente não via negro estudando. Nós criamos a oportunidade, mas não foi fácil aprovar as cotas”.

Estiveram presentes no evento o governador do DF e candidato à reeleição, Agnelo Queiroz (PT), o deputado federal e candidato ao Senado, Geraldo Magela (PT) e o candidato do PT ao governo de Goiás, Antônio Gomide.

Com informações do PT 

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