Caminhoneiros manifestam adesão à paralisação nacional no dia 1 de novembro

A categoria aprovou esse encaminhamento em reunião nacional, realizada no último dia (16), no Rio de Janeiro.

Por: Viviane Barbosa, Redação CNTTL
Publicação: 19/10/2021
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Imagem Youtube CNTTL

Caminhoneiros autônomos  estão enviando vídeos manifestando adesão à paralisação nacional da categoria programada para o dia 1º de novembro.  A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL) está publicando diariamente os vídeos em suas redes sociais.

"Estamos passando dificuldades. Esperamos que o governo Bolsonaro atenda as nossas reivindicações. O preço do diesel está um absurdo", disse Vanderlei de Oliveira,  presidente do Sinditac (Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga de Navegantes-SC).

Os caminhoneiros aprovaram esse encaminhamento em reunião nacional, realizada no último dia (16), no Rio de Janeiro.

PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES

Os caminhoneiros deram um prazo de 15 dias para que o governo de Jair Bolsonaro atenda as pautas de reivindicações da categoria da greve de 2018.

Algumas são a revisão da política de preços da Petrobras, para que seja cobrado um preço justo do óleo diesel, a criação de pontos de parada e descansos nas estradas e do Congresso Nacional a aprovação da aposentadoria especial aos 25 anos de trabalho ao  Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Com relação ao Piso Mínimo de Frete (Lei 13703), os caminhoneiros cobram que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) contrate um Instituto para realizar estudos e cálculos para reajustar o valor.

Outra luta da categoria é que a Lei seja respeitada. Já se passaram três anos e ainda não foi implementada a constitucionalidade da política de piso mínimo para transporte rodoviário.

Os embarcadores, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), ingressaram com uma ADIN (Ação Direta de Constitucionalidade) 5956, 5957 e 5959 para travar a conquista do Piso Mínimo de Frete. Manobras outras, através de portarias e resoluções dentro da ANTT, só dificultaram a implementação total da lei.

A CNTTL, o Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) e a Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava) cobram celeridade do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar a constitucionalidade da Lei.

PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES DA GREVE DE 2018



Assista o vídeo

 



 

 



 


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