Transporte

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes da CUT (CNTT-CUT) foi fundada em 1989 sob o nome de Departamento Nacional dos Trabalhadores em Transportes da CUT (DNTT-CUT). A Confederação é parte da estratégia da Central de organizar os trabalhadores por ramo para combater a estrutura oficial pelega. Naquela época, o Brasil vivia uma fase conturbada marcada pelo enfrentamento político e pelos constantes ataques do governo e da burguesia às ações dos movimentos sindicais e populares. Foi em 1995 que o DNTT transformou-se em CNTT-CUT, entidade que possui hoje mais de 150 sindicatos filiados e oito federações dos modais dos transportes rodoviário, ferroviário, metroviário, portuário, marítimo, fluvial, aéreo e viário.

No dia 18 de dezembro de 2014, em assembleia dos trabalhadores em transportes foi aprovada a ampliação da abrangência da Confederação, que mudou a sigla de CNTT para CNTTL, passando a representar também os caminhoneiros autônomos e os trabalhadores no setor de logística do Brasil. Somando todos os modais, cargas e logística a base da CNTTL é de aproximadamente seis milhões de trabalhadores no Brasil.

A CNTTL-CUT tem desenvolvido uma política de aglutinação desses setores, visando uma atuação mais ampla e unitária de todos os trabalhadores e trabalhadoras do ramo de transportes. A luta desenvolvida pela CNTTL em defesa dos trabalhadores tem como um dos eixos principais a organização de oposições sindicais em todo o Brasil e a promoção e participação ativa nas eleições sindicais do ramo.

A entidade também tem atuado junto ao governo federal com o objetivo de resguardar e ampliar os direitos dos trabalhadores, em especial nas diversas políticas adotadas pelo Poder Executivo. A atuação permanente resultou em importantes avanços como a regulamentação da profissão de motorista no País – Lei 12.619/2012 e o Fórum Permanente para o Transporte Rodoviário de Cargas, que trouxe avanços para os caminhoneiros do País.  

Entre as grandes lutas desenvolvidas pela CNTTL-CUT é importante citar a liderança no enfrentamento contra a concessão dos aeroportos, que garantiu direitos aos trabalhadores aeroportuários; contra as práticas antissindicais no setor ferroviário, que resultou numa pauta permanente do setor com o governo; entre outros importantes enfrentamentos que garantiram direitos e melhores condições de trabalho aos trabalhadores do ramo.

A CNTTL-CUT também continuará a luta pela regularização da entidade junto ao Ministério do Trabalho e atuará em defesa de um projeto de desenvolvimento econômico com distribuição de renda e geração de empregos, que assegure melhores condições de trabalho e vida para os trabalhadores e trabalhadoras em transportes e para a população brasileira.

Paulo João Estausia, presidente da CNTTL-CUT

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