Porto Alegre: Aeroviários no Salgado Filho participam de ato contra Reforma da Previdência

Movimento foi organizado pela CUT e centrais sindicais

Por: Redação FENTAC com CUT-RS
Publicação: 05/12/2017
Imagem de Porto Alegre: Aeroviários no Salgado Filho participam de ato contra Reforma da Previdência

ato no Salgado Filho

Dirigentes do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre participaram do protesto na manhã de terça-feira (5) no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Às 5h da madrugada, dirigentes sindicais ergueram bandeiras, distribuíram panfletos e levantaram a voz para condenar as propostas que acabam com o direito à aposentadoria de milhões e milhões de trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade. 

A mobilização abriu o dia de luta contra a reforma da Previdência, definido pelas centrais após a suspensão da greve nacional pela maioria das centrais em função do adiamento da votação inicialmente prevista para ocorrer nesta quarta-feira (6) na Câmara dos Deputados.

Ato no Aeroporto

O Aeroporto foi escolhido para mandar o recado aos parlamentares que estão viajando para Brasília. “Estamos recebendo os deputados. O senador Paim já provou na CPI do Senado que não tem déficit e que é uma conversa frouxa deles dizendo que tem que combater privilégios para salvar a Previdência”, ressaltou o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

Segundo ele, “a Previdência não tem déficit e os grandes setores privilegiados não estão sendo atingidos pela reforma. É uma grande contradição. O que eles querem mesmo é levar os pobres para o balcão dos bancos e fazer uma previdência complementar. É disso que se trata”, frisou.

Depois dos protestos no Aeroporto, os sindicalistas foram até a Estação Rodoviária, onde também agitaram bandeiras e entregaram o material unitário das centrais e movimentos sociais para a população.

Rio Grande

Além do Rio Grande do Sul, estão previstos atos e manifestações em outras capitais e principais cidades do interior dos estados, como forma de combater as políticas de Temer. “Marcou a votação, é greve geral”, apontou Nespolo.

“Trata-se de uma reforma, que é rejeitada pela maioria absoluta da população. Quem votar a favor dessa proposta, que só interessa aos banqueiros, será marcado na paleta e denunciado impiedosamente em seus redutos eleitorais para que seja derrotado nas urnas em 2018”, avisa o secretário-geral adjunto da CUT-RS, Amarildo Cenci.

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