Nota Oficial: CNTTL/CUT repudia grupo que defende divisão dos portuários e estivadores no país

A Confederação não apoia essa medida, que apresenta vícios de ilegitimidade e procedimentos ilegais

Por: Direção CNTTL
Publicação: 13/06/2017
Imagem de Nota Oficial: CNTTL/CUT repudia grupo que defende divisão dos portuários e estivadores no país

Paulinho, presidente da CNTTL (Foto: Dino Santos/Mídia Consulte)

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística da CUT (CNTTL) tomou conhecimento de que um grupo de trabalhadores nos portos brasileiros quer criar uma nova Federação de Estivadores e Portuários, em Santos, que teria o apoio da Força Sindical.

A CNTTL não apoia essa medida, que apresenta vícios de ilegitimidade e procedimentos ilegais. No Brasil, as legítimas representantes dos trabalhadores portuários são contra!

Defendemos, sim, a livre organização dos trabalhadores, mas com representatividade e  decisões democráticas que sejam referendadas de fato e de direito pelos trabalhadores -- um dos princípios emanados da nossa Central sindical, a CUT.

Principalmente nesse momento em que os trabalhadores dos portos estão participando ativamente de diversas manifestações por Nenhum Direito a Menos, Diretas Já, contra as reformas que retiram direitos históricos; em defesa da democracia e contra essa agenda neoliberal.
 
Tendo em vista o tamanho do Brasil e a quantidade dos portos, nossos desafios são enormes e o caminho não é dividir, mas unificar as nossas lutas, principalmente, nesse momento de ataques e desmonte dos direitos da classe trabalhadora brasileira.

A boa notícia é que isso vem acontecendo, por meio da nossa Federação Nacional dos Portuários, filiada à CUT, (FNP) em parceria com Federação Nacional dos Estivadores (FNE) e com a Federação Nacional dos Conferentes e Consertadores de Carga e Descarga, Vigias Portuários (FENCCOVIB). 

Graças à atuação unificada dessas entidades os trabalhadores portuários conquistaram, por exemplo, a Medida Provisória 595, sancionada na gestão da presidenta legítima do Brasil, Dilma Rousseff, na qual regulamentou o trabalho portuário no Brasil – uma relevante conquista história para os trabalhadores nos portos! Um dos avanços nessa legislação é a proibição do trabalho temporário.

A CNTTL defende a liberdade,  autonomia sindical e a unificação da luta em prol de todos os trabalhadores no setor de transportes.  

Todo apoio à luta da categoria portuária e à legítima defensora de seus direitos: a Federação Nacional dos Portuários (FNP-CUT)!

Paulo João Estausia é presidente da CNTTL/CUT

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