História do preconceito e a democratização da mídia são destaques do 1º Encontro

Os temas foram abordados pelo assessor político da CNTT, Carlos Silvestre, e pela assessora de Comunicação do Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba, Fabiana Caramez.


Publicação: 02/12/2013
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A história do preconceito contra as mulheres na história foi outro tema abordado nos debates da tarde do dia 29 de novembro, no 1º Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora em Transporte da CUT, realizado no Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba. “A imagem de fragilidade e submissão sempre esteve ligada à mulher na história, principalmente na antiguidade, idade média e moderna”, contou o assessor político da CNTT, Carlos Silvestre. (foto: João Batista Batistella)
Ele disse que muitos pensadores, teólogos e filósofos contribuíram para aumentar sua posição de inferioridade, mas isso não impediu que muitas mulheres se rebelassem contra essa atitude discriminatória. O assessor citou grandes mulheres feministas que não se calaram diante destas discriminações e fizeram história, ao lutaram pelos direitos das mulheres. Algumas delas são: Anita Garibaldi, Frida Kalo, pintora mexicana, Madre Teresa de Calcutá e Simone de Beauvoir tiveram grande importância em diversas áreas.
O vereador Francisco França participou do evento da CNTT e parabenizou as mulheres pela participação.


No destaque, o vereador Francisco França (PT) Sorocaba - foto: João Batista Batistella

 

Mulher na mídia e democratização da comunicação
Hoje, boa parte dos meios de comunicação tem reforçado os preconceitos contra a mulher. A assessora de Comunicação do Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba, Fabiana Caramez, citou alguns exemplos que acontecem em letras de músicas, citando as mulheres como "piriguetes, safadonas, cachorronas e mulheres frutas. “Estes rótulos fazem sucesso no público masculino, transformando as mulheres em objetos e mercadorias”, conta Fabiana, que é diretora do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo
A dirigente salientou que para mudar este cenário é fundamental aprovar o projeto de lei que democratiza os meios de comunicação no Brasil. “Todos os países têm algum tipo de regulação sobre os meios eletrônicos e não é cerceamento, ao contrário, procuram corresponder ao fato de que o direito à informação, à liberdade de expressão, é também um direito individual e humano”, socializou.
A jornalista falou que o  projeto de lei de iniciativa popular, conhecido como Lei da Mídia Democrática, está ganhando bastante adesões da sociedade. “O documento já possui milhares de assinaturas e está levando às ruas o debate sobre a comunicação e a liberdade de expressão”, concluiu.


No destaque, Kelly Cristina Faria Oliveira, motorista na empresa Rápido Luxo Campinas, e, ao microfone, Fabiana Caramez - foto: João Batista Batistella

Veja mais fotos do evento no nosso Flickr.


Viviane Barbosa, editora do Portal da CNTT


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